Então, não goste muito de falar dessas coisas tão pessoais assim, mas me sinto no dever de informar todos os amigos que estão preocupados comigo e a todas as pessoas que porventura possam sofrer esse mal.
Vou começar a história desde o início, mas vou tentar resumir ao máximo.
Há quase dois anos comecei a sentir uma dor forte no abdomem, como uma pessoa leiga que sou, achei que sentia dor no estômago, então resolvi procurar um gastro, fiz uma endoscopia, uma biopsia do estômago e fui diagnosticada com uma gastrite. Esse foi o único exame que o médico me pediu.
De lá pra cá tive inúmeras crises agudas de dor, já estava até sócia das emergências dos hospitais de Niterói, fazendo dieta e tomando um remédio que custava quase 200 contos por mês. Tinha altos e baixos.
Até que na minha última crise aguda fui a emergência do hospital St Martha e a plantonista (santa médida) jogou a seguinte preposição: eu acho que vc não tem só gastrite não, acho que vc tem cálculos biliares. Eu nem sabia o que eram cálculos biliares e ela me explicou que seriam pedras na vesícula. Ela me pediu para fazer uma ultrassonagrafia abdominal e vasculhar pelas pedras.
Marquei o exame e não deu outra, a médica estava certa : pedras na vesícula.
Procurei um cirurgião e ele me disse que deveria operar o mais rápido possível pois a minha vesícula não poderia estourar, porque se ela estourasse eu poderia ter diversas complicações, pois as pedras vão para outros orgãos do corpo e causam uma porção de danos.
Terça feira fui para minha cirurgia feliz que iria terminar de vez com as dores, e com o pensamento que mais ou menos em 20 dias estaria novinha em folha. A cirurgia para a retirada da vesícula e das pedras é feita por vídeo e é bem menos invasiva e bem mais tranquila.
Acordando da cirurgia tive a grande notícia que era quase um alienígena e que o médico nunca tinha visto um caso como o meu em 33 anos de medicina. Pronto, virei estudo de caso para as novas gerações de acadêmicos. A minha vesícula já estava estourada e a minha sorte é que as pedras não rolaram para o pâncreas causando pancreatite e sim foram para o intestino. Outra "sorte" foi que a pedra era tão grande que ela rompeu a vesícula, mas ficou presa pelo lado de fora da vesícula e acabou fazendo uma "rolha".
Agora, cá estou eu, com um dreno por 1 mês e ainda vou ter que me submeter a mais uma cirurgia para a retirada da outra pedra que ficou "perdida" aqui por dentro do meu corpo.
Estou sem dores, mas muuuuuito nervosa com esse dreno que me incomoda demais... não é fácil viver com esse negócio acoplado em mim. Não desejo que ninguém fique doente da forma que fiquei e muito menos passe por nada das coisas que estou passando, então todos corram para o médico e peçam ultrassonagrafias abdominais, um exame tãooooo simples e que rapidinho detecta o problema. Não deixem nada para depois e não negligenciem com a saúde. Eu não negligenciei com a minha, mas infelizmente cai na mão de um péssimo médico, um profissional que não é digno do CRM que possui.
Fiquem de olho !!! Continuem mandando energias positivas para mim !!!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
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1 comentários:
Ola querida!! Vai dar tudo certo!! Santo antonio estara c vc!!!!!!!melhoras!! Bjos ale almawi
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