(Texto postado no blog um homem baixo dia 04/08/2009)
Eu assumo. Além da preguiça, da avareza, da gula e de quase todos os sete pecados capitais, um dos meus maiores defeitos é ser curiosa demais. A minha curiosidade ultrapassa o limite do sadio.
Um exemplo: essa semana o Scaffo colocou que dia 21 de agosto era uma data limite de alguma coisa pra ele. Pronto ! Eu fiquei desesperada enquanto ele não me falou o que aconteceria dia 21 de agosto, qual seria o evento cabalístico do dia ou qualquer fofoca parecida.
Quer me matar é dizer assim: tenho uma supresa pra você, mas não posso dizer o que é. Morri infartada ! Eu nem durmo pensando no assunto.
Eu não me contento em saber apenas da vida alheia dos que me cercam (como família, amigos e tal) eu quero saber da vida de TODO MUNDO, e quando eu digo de TODO MUNDO, é TODO MUNDO mesmo. De famosos – adoro TV Fama, Caras, Ego e qualquer outro segmento fofocão – até a vida de pessoas que eu não conheço. Saca, orkut? Eu escolho alguém que eu não tenho nenhum laço, nem conheço, não sei nem quem é e acompanho a vida igual a novela.
Minha compulsão pela vida alheia é tão grande, que dos 10 últimos livros que eu li, 8 eram biografias. No momento estou lendo a biografia do Nirvana (muito bom o livro, por sinal, fica a dica para os interessados) e ontem mesmo já comprei a biografia do Renato Russo para emendar na sequência.
Isso só pode ser doença! Preciso me tratar, algo como o A.A. Só por hoje, não fuxiquei a vida alheia. Só por hoje ! Mas, se alguém tiver o telefone de um bom psicanalista, pode deixar aí nos comentários.
segunda-feira, 8 de março de 2010
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